Estrutura baseada em Destination Management Companies próprias busca concentrar a coordenação da viagem, reduzir ruídos operacionais e aproximar o planejamento da execução nos destinos
A experiência de uma viagem internacional costuma ser percebida pelo cliente como um serviço único, mas sua execução envolve uma cadeia complexa de profissionais e fornecedores. Transporte, hospedagem, passeios, restaurantes, guias, transfers, ingressos e assistência local normalmente são coordenados por diferentes empresas, muitas vezes distribuídas entre vários países. Na Benarrivati, a proposta é reduzir o número de intermediários entre o planejamento da viagem e sua execução por meio de uma estrutura formada por Destination Management Companies (DMCs) próprias em mercados estratégicos, concentrando a coordenação operacional em equipes locais.
Na prática, isso significa que parte das atividades tradicionalmente delegadas a receptivos independentes passa a ser acompanhada diretamente pela empresa. Segundo a Benarrivati, suas DMCs atuam na Itália, Grécia, Portugal e em destinos da África, reunindo profissionais responsáveis pela gestão da operação, pelo relacionamento com fornecedores locais e pelo suporte aos viajantes durante toda a permanência no destino. Embora hotéis, companhias aéreas, museus, restaurantes e demais prestadores continuem sendo parceiros independentes, a coordenação da viagem permanece sob responsabilidade da equipe da empresa.
De acordo com Antonella Giancoli, fundadora da Benarrivati, o modelo foi desenvolvido para reduzir a fragmentação das informações ao longo da cadeia operacional. “Cada viagem envolve dezenas de decisões que precisam ser coordenadas em tempo real. Quando diferentes empresas assumem partes isoladas desse processo, existe maior risco de perda de informação, atrasos na comunicação ou interpretações diferentes sobre o que foi planejado. Nossa estrutura procura concentrar essa coordenação em uma única equipe, sem eliminar a participação dos parceiros locais”, afirma.
A organização das DMCs começa ainda na fase de planejamento do roteiro. As equipes locais participam da validação de fornecedores, da análise de disponibilidade, da confirmação de reservas e da adaptação do itinerário às condições de cada destino. Depois da chegada do viajante, passam a acompanhar alterações de horários, mudanças climáticas, necessidades logísticas e eventuais ajustes de programação. Segundo a empresa, esse acompanhamento permite que decisões operacionais sejam tomadas no próprio destino, sem depender de sucessivos repasses entre diferentes intermediários.
O modelo também influencia a gestão dos fornecedores. Em vez de contratar receptivos responsáveis por montar toda a operação local, a Benarrivati informa que estabelece relacionamento direto com hotéis, motoristas, guias, restaurantes, produtores rurais, embarcações, experiências culturais e outros prestadores de serviço. Cada parceiro continua operando de forma independente, mas passa a integrar uma rede coordenada pela equipe da DMC responsável por aquele destino.
Para Antonella Giancoli, um dos equívocos mais comuns é associar uma operação sem intermediários à eliminação de parceiros externos. “O turismo é, por natureza, uma atividade colaborativa. Nenhuma empresa controla hotéis, companhias aéreas, museus ou patrimônios históricos. O que fazemos é reduzir as camadas de coordenação entre quem planeja a viagem e quem acompanha sua execução. O parceiro continua existindo; o intermediário operacional, quando possível, deixa de ser necessário”, explica.
Segundo a executiva, essa estrutura também exige investimentos permanentes em pessoas e conhecimento local. “Uma DMC não funciona apenas como um escritório comercial. Ela depende de profissionais que conhecem o destino, acompanham mudanças regulatórias, mantêm relacionamento contínuo com fornecedores e conseguem responder rapidamente quando surgem situações inesperadas. É uma operação que exige presença constante e atualização diária”.
A empresa afirma que o modelo adotado não elimina completamente a terceirização, uma vez que diversos serviços permanecem sendo prestados por empresas especializadas. A diferença, segundo a Benarrivati, está na forma como essas relações são organizadas. Em vez de uma cadeia composta por sucessivos repasses de responsabilidade, a proposta é manter a coordenação centralizada nas equipes locais, permitindo maior integração entre planejamento, operação e atendimento ao viajante.
Na avaliação da empresa, a estrutura de DMCs próprias busca oferecer maior previsibilidade operacional em viagens de alta complexidade, especialmente em roteiros que envolvem múltiplos destinos, deslocamentos frequentes e serviços personalizados. Ao concentrar a gestão da operação em profissionais estabelecidos nos próprios mercados onde atua, a Benarrivati afirma que procura reduzir ruídos de comunicação e tornar mais ágil a tomada de decisões ao longo da jornada do cliente.
Sobre a Benarrivati
A Benarrivati é uma empresa internacional especializada no planejamento de viagens sob medida, reconhecida por sua solidez, idoneidade e credibilidade no mercado. Sob a liderança de sua fundadora, Antonella Giancoli, a marca atua como uma rede de Destination Management Companies (DMCs), com sede principal na Itália e com filiais nos Estados Unidos, Europa e Brasil. Pautada pelos valores de transparência, colaboração e responsabilidade, a Benarrivati elimina intermediários ao operar com equipes e concierges locais próprios nos principais destinos do mundo. Com uma trajetória marcada por feedbacks altamente positivos e relações de confiança de longo prazo, a empresa desenvolve mais de mil roteiros tailor-made por ano, consolidando-se como uma verdadeira parceira de seus clientes na criação de experiências autênticas, seguras e memoráveis.
