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Polícia Civil deixa de indiciar o Procurador Bruno Garcia Redondo por não apurar qualquer ilegalidade nem ato ilícito

Diego Rodríguez Velázquez
Diego Rodríguez Velázquez
6 de março de 2025
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UERJ inocenta Bruno Garcia Redondo
UERJ inocenta Bruno Garcia Redondo
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Em 2023, o Procurador Bruno Garcia Redondo foi indevidamente atacado em publicação caluniosa que insinuou que, em 2021, ele supostamente teria influenciado Professores da UERJ, que conduziram processos seletivos para bolsistas de extensão, para que indevidamente aprovassem parentes de sua (futura) esposa e outros conhecidos seus.

Logo depois da publicação da notícia, a Universidade iniciou Processo de Sindicância, para apurar os supostos fatos noticiados. Na Sindicância, que tramitou durante 06 meses, foram ouvidas aproximadamente 40 pessoas, examinadas aproximadamente 500 folhas de documentos e verificados mais de 70 produtos acadêmicos resultantes dos Projetos de Extensão em que os bolsistas trabalharam.

O Parecer conclusivo e a Decisão de Arquivamento da Sindicância afirmaram que o Procurador Bruno Garcia Redondo sequer conhecia os Professores que realizaram os Processos Seletivos; que Bruno não influenciou nem participou das seleções de bolsistas; e que Bruno não era casado, o que ocorreu apenas 18 meses depois das seleções, pelo que Bruno não praticou qualquer ato ou conduta ilícita, ao contrário do insinuado na reportagem; e que, no que tange aos bolsistas que trabalharam nos Projetos, não houve qualquer dano ao erário ou enriquecimento ilícito.

Apesar do trânsito em julgado, no 2º semestre de 2023, da decisão de absolvição na Sindicância, o Ministério Público do Rio de Janeiro entendeu por continuar tramitando o Inquérito em paralelo e determinou que a Delegacia Fazendária apurasse novamente os fatos. A Polícia Civil colheu 20 novos depoimentos orais e reexaminou mais de 500 folhas de documentos e 70 produtos acadêmicos produzidos pelos bolsistas dos Projetos. 

UERJ inocenta Bruno Garcia Redondo
UERJ inocenta Bruno Garcia Redondo

A investigação conduzida durante 13 meses pela Delegacia Fazendária não encontrou qualquer ilícito, contradição, indício de culpa ou de dano. Por isso, o procedimento policial foi devolvido ao Ministério Público, no início de 2025, sem indiciar fosse do Procurador Bruno Garcia Redondo, fosse qualquer dos bolsistas que prestaram atividades nos Projetos.

No meio jurídico do Estado do RJ, pode-se dizer que Bruno Garcia Redondo é referência. É Professor de Direito da PUC-Rio e UFRJ desde 2008 (ingressou com 25 anos), Procurador da UERJ concursado desde 2012, tem Doutorado, Mestrado, 05 Pós-Graduações, é autor de diversos livros e artigos científicos (lançou seu 1º livro com 24 anos) e advogado.

Essa notável trajetória profissional e acadêmica, que levou décadas de esforço e dedicação para ser construída, sofreu um irresponsável ataque midiático em 2023, cuja acusação enviesada foi totalmente rejeitada em Processo de Sindicância conduzido pela UERJ e no posterior Inquérito Policial conduzido pela Delegacia Fazendária, que não realizou qualquer indiciamento de qualquer dos investigados.

A mídia tem o poder de manchar o nome e a imagem das pessoas, mas infelizmente não parece preocupada em reerguer a honra das pessoas injustamente atacadas. Nos dias de hoje, vale tudo pelo “clickbait”. A notícia não tem valor por ser de qualidade ou verídica, mas pelo quanto ela repercute. Para gerar engajamento, quanto mais grotesca a notícia, melhor. E depois, que cada difamado corra atrás da de seus prejuízos.

 

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