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Advocacia em Foco > Blog > Brasil > Janot opina por perdão para pena de João Paulo Cunha no mensalão
Brasil

Janot opina por perdão para pena de João Paulo Cunha no mensalão

3 de fevereiro de 2016
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PGR diz que ex-presidente da Câmara tem requisitos do indulto do Natal.
Também condenado, ex-ministro José Dirceu também pediu fim da pena.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janotx, apresentou ao Supremo Tribunal Federalx (STF) parecer favorável à concessão de indulto (perdão da pena) para o ex-presidente da Câmarax João Paulo Cunha (PTx-SP), pela condenação no julgamento do mensalão.

Punido com 6 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva e peculato, Cunha atualmente está no regime aberto, com autorização para trabalhar durante o dia. Contando os dias de trabalho e estudo, que diminuem a pena, ele já cumpriu 1 ano e 10 meses de pena.

saiba mais

Dirceu pede ao Supremo perdão por pena no julgamento do mensalão

Dilma assina decreto que pode perdoar penas de Dirceu e Delúbio

A defesa de João Paulo Cunha pediu o perdão da pena com base em decreto da presidente Dilma Rousseffx de dezembro do ano passado que concede o indulto de Natal a presos de todo o país no regime aberto que já tenham cumprido um quarto da pena e que não tenham faltas graves.

No parecer, Janot destacou que a regra “é idêntica aos decretos presidenciais concessivos de indulto natalino editados em anos anteriores”.
Se o indulto for concedido, João Paulo Cunha fica livre da punição e de restrições, como comparecimento à Justiça. A decisão caberá ao ministro Luís Roberto Barroso. O mesmo benefício foi pedido na última segunda (1º) pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado a 7 anos e 11 meses de prisão no mensalão.

Dirceu
Condenado a 7 anos e 11 meses por corrupção ativa no processo do mensalão, Dirceu foi preso em novembro de 2013 já no regime semiaberto, com permissão para trabalhar fora. Em novembro de 2014, passou para o regime aberto com prisão domiciliar.

No início de agosto deste ano, porém, Dirceu foi preso novamente, desta vez para ficar em Curitiba, dentro da Operação Lava Jato, acusado por organização criminosa, corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro.

MARCADO:Cristina Mosolfmarcio alario estevesweber micael da silva
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