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sexta-feira, maio 7, 2021
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João Paulo Cunha ganha na Justiça indenização de jornalistas de O Globo

O TJ (Tribunal de Justiça) do Distrito Federal condenou os jornalistas Lauro Jardim e Gabriel Mascarenhas por uma reportagem sobre o mensalão publicada no jornal O Globo no ano passado. A sentença determina que os repórteres paguem multa de R$ 15.000 cada um. Também exige que seja apagada parte da notícia do site do jornal e das redes sociais. Ainda cabe recurso.

A decisão veio em resposta a uma ação aberta pelo ex-deputado João Paulo Cunha (PT-SP). Ele presidiu a Câmara de fevereiro de 2003 ao mesmo mês de 2005. Deixou a Casa em 2014. Mais tarde formou-se direito. Hoje trabalha como advogado.

Eis a íntegra (76 KB) da decisão do TJ.

O texto mencionado na ação de Cunha é a nota “Mensaleiro integra defesa de ex-presidente do TJ-BA presa na Operação Faroeste”, publicada em 15 de março de 2020. O jornal noticiou que ele compunha a equipe de defesa da desembargadora Maria do Socorro Santiago, do Tribunal de Justiça da Bahia, investigada por obstrução da Justiça na operação Faroeste.

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A ação alegou que a notícia não foi veiculada de forma parcial e objetiva e que Cunha foi chamado de “mensaleiro”. Diz também que Cunha teve seu nome associado ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, com quem o ex-deputado afirma não ter qualquer relação.

A foto que foi usada para ilustrar a notícia, mencionou a ação, é de Cunha, não da desembargadora investigada.

A defesa dos jornalistas sustenta que o ex-deputado é homem público e que foi condenado pelos crimes de peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A nota jornalística, portanto, narrou fatos verdadeiros e de interesse público.

A reportagem foi retirada dos canais do jornal.

O jornalista Lauro Jardim segue no jornal O Globo. Gabriel Mascarenhas deixou a empresa para trabalhar na revista Veja.

O Poder360 procurou os jornalistas, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem.

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